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Nome: Erykah Manson

Idade: 19 anos [03-12-1987]

Signo: Sagitário

Cor: Preto, roxo, vinho,rosa, laranja, azul, todas as cores do arco-iris.

Coisas que adoro: Música, dormir, sexo, amigos, tattoos, Piercings, Body Modification, cinema, bebidas alcoolicas...

Coisas que odeio: inveja, ciúme, falsidade e principalmente mentiras!!!

Estado Civil: Noiva!

Bandas:Astrix, After Forever, Madonna, Ashlee Simpson, Kelly Clarckson, Marilyn Manson, Miss Kittin, Avril Lavigne, Evanescence, Nightwish, Tristania, Skazi, Infected, psy sex....

Programas de tv: Gordo Freak Show, Ponto Pe, Total Massacration, The L Word, F.R.I.E.N.D.S., Buffy.

MSN: yara_manson@hotmail.com ~>Comenta aki antes de me add!<~




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Quarta-feira, Abril 11, 2007


Favor ler de baixo pra cima
=D~


tem mais ainda alguns textos da aula de produção e de historia
q amanha se der eu posto

Postado Por: girlofdark às 4/11/2007 04:09:44 AM Comments:






2/2

Um cinema que (...) ensina o fraco a não respeitar o forte, o servo a
não respeitar o patrão; que mostra caras sujas, barbas crescidas,
aspectos sem hygiene alguma, sordicies e um realismo levado ao
extremo, não é o cinema. Tomemos um jovem, uma jovem, moços,
em summa. Vão assistir Tom Mix, seja. Já que é este o symbolo do
cinema americano para os que o atacam. Vêem lá um rapaz de cara
limpa, bem barbeada, cabello penteado, ágil, bom cavalleiro. E a
moça, bonitinha, corpo bem feito, rosto meigo, cabellos modernos,
aspecto todo photogenico (...). o parzinho que assistir o film
commentará que já viu aquillo vinte vezes. Mas sobre seus corações
que sonham, não cahirá a penumbra de uma brutalidade chocante, de
uma cara suja, de um aspecto que tira qualquer parcella de poesia e
encantamento. Essa mocidade não pode acceitar essa arte que ensina a
revolta, a falta de hygiene, a luta e a eterna briga contra os que tem o
direito de mandar.
Aqui, a noção de fotogenia, posteriormente desenvolvida por teóricoscineastas
como Jean Epstein para promover as potencialidades específicas da
¿sétima arte¿, torna-se uma noção epidérmica normativa de beleza, associada à
juventude, ao luxo, às estrelas de cinema e, ao menos implicitamente, à
branquidade. Embora a passagem não faça menção à raça, sua apologia dos rostos
¿limpos¿ e ¿higiênicos¿ em oposição aos ¿sujos¿ e sua postura bastante servil com
relação ao modelo branco-inocente de Hollywood são sugestivas de uma
referência codificada ao tema. Por vezes, a referência racial aparece de forma
mais explícita. Outro editorialista reivindica que o cinema brasileiro seja um ¿ato
de purificação de nossa realidade¿, enfatizando o ¿progresso¿, a ¿engenharia
moderna¿ e ¿nosso lindo povo branco¿. O autor também adverte que os
documentários são mais propícios à inclusão de ¿elementos indesejáveis¿.
Comenta que devemos evitar os documentários, porque não se prestam a um
controle total sobre o que é mostrado, e podem, portanto permitir a infiltração de
elementos indesejáveis: precisamos de um cinema de estúdio, como o de
Hollywood, com interiores bem decorados, habitados por pessoas decentes. As
hierarquias raciais repercutem, portanto, até mesmo em questões de gênero e
método de produção.
A teoria do cinema do período mudo já se ocupava, embora de maneira
intuitiva, de questões que mais tarde se tornariam recorrentes: O cinema é uma
arte ou um mero registro mecânico dos fenômenos visuais? Se é uma arte, quais as
suas características mais salientes? Como diferenciá-lo de outras artes como a
pintura, a música e o teatro? Outras questões se associavam à relação do cinema
com o mundo tridimensional. O que distingue a realidade ¿do mundo¿ da
realidade como apresentada pelo cinema? Ainda outras diziam respeito aos
processos espectatoriais. Quais os determinantes psicológicos do cinema? Que
processos mentais a espectatorialidade envolve? O cinema é uma linguagem ou
um sonho? O cinema é arte, comércio ou ambos? Qual a função social do cinema?
Estimular a inteligência perceptiva do espectador, ser belo e inútil ou promover a
causa da justiça no mundo? Embora tenham sido transformadas e reformuladas
pela teoria contemporânea do cinema, essas questões jamais foram completamente
descartadas. Por outro lado, verificou-se uma clara evolução das preocupações.
Enquanto os primeiros teóricos se mostravam determinados a demonstrar as
potencialidades artísticas do cinema, por exemplo, os teóricos posteriores, menos
defensivos e elitistas, tomavam o estatuto artístico do cinema como pressuposto,
não vendo necessidade de comprová-lo.
Boa parte dos primeiros críticos e teóricos procuraram definir o cinema
como meio e a sua relação com as demais artes. Citando Lessing, Wagner e os
futuristas, Riccioto Canudo, em seu manifesto ¿o nascimento de uma sexta arte¿
(1911), previa que o cinema absorveria as três artes espaciais (arquitetura,
escultura e pintura) e as três artes temporais (poesia, música e dança),
transformando-as em uma forma sintética de teatro designada ¿Arte Plástica em
Movimento¿ (Abel 1988, vol. I, pp. 58-66). Prefigurando a noção bakhtiniana de
¿cronotopo¿ ¿ a necessária relacionalidade entre tempo e espaço na representação
artística ¿ Canudo entendia o cinema como o telos redentor das artes espaciais e
temporais precedentes, o objetivo em direção ao qual estas teriam sempre
orientado. Em lugar do posterior ¿mito do cinema total¿, de Bazin, Canudo
promovia o ¿mito da forma de arte total¿.
Nas primeiras décadas do cinema, boa parte da teorização era informe e
impressionista. Um bom exemplo desse tipo de teorização ad hoc e assistemática
encontra-se na obra do poeta e crítico norte-americano Vachel Lindsay. Em The
art of the moving picture (1915, revisado em 1922), Lindsay aborda uma
diversidade de questões, mesclando seu anedotário pessoal a especulações em
torno da literatura e do cinema. Escrevendo em um suposto cenário de grande
escárnio do mundo literário pelo cinema como meio, Lindsay promove a defesa
do cinema popular perante a sua audiência: os diretores de museus de arte, os
professores dos departamentos de inglês e o ¿o mundo da crítica e da literatura em
geral¿ (ibid., p.45). O cinema, para Lindsay, é uma democrática, uma nova escrita
hieroglífica norte-americana na tradição de Whitman. Algumas de suas
especulações recaem sobre a questão do gênero, definido, de modo bastante
impreciso, não com base na estrutura, mas no conteúdo e no tom. Lindsay cita três
¿gêneros¿: ação, intimidade e esplendor. Para definir o cinema, recorre ao
exemplo de outras artes, percebendo-o simultaneamente como ¿escultura em
movimento¿, ¿pintura em movimento¿ e ¿arquitetura em movimento¿, com o
¿movimento¿, portanto, constituindo o substrato comum da definição (a
orientação visual de Lindsay não surpreende, haja vista a sua formação em pintura
no Art Institute de Chicago). Ou seja, o autor adota uma abordagem diferencial à
especificidade cinematográfica, definindo o cinema em oposição aos outros
meios. Em um dos capítulos, por exemplo, realiza um inventário das diferenças
entre as photoplays (isto é, o cinema) e as performances teatrais: no teatro, as
saídas e entradas estão ao lado e ao fundo do palco, ao passo que ¿nas photoplays
padrão estas se encontram ao longo da linha imaginária das luzes da ribalta¿; e
embora o teatro seja dependente dos atores, os filmes dependem do ¿gênio do
produtor¿ (ibid., pp. 187-188). Gilbert Seldes (1924), uma década mais tarde,
mostrou-se em parte um herdeiro de Lindsay em sua entusiasmada apologia do
cinema como arte popular em The seven lively arts.
Mesmo sendo evasivo em sua argumentação, Lindsay antecipa várias das
correntes posteriores. Seu fascínio pela analogia entre o cinema e a escrita
hieroglífica prefigura tanto Eisenstein quanto Metz, e sua compreensão de
Thomas Edison como um ¿novo Gutenberg¿ antecipa as formulações de McLuhan
sobre os novos meios e a ¿aldeia global¿. Por outro lado, sua sugestão de que os
espectadores deveriam se manifestar em voz alta durante a projeção é
antecipatória da noção brechtiana de um ¿teatro de fumantes¿ e de um ¿teatro de
interrupções¿. Lindsay também dedica uma espécie de atenção etnográfica à
resposta da audiência. Por exemplo, os filmes de ação ¿gratificam a incipiente e
exuberante mania de velocidade de todo e qualquer norte-americano¿ (Lindsay
1915, p.41). Já ¿as pessoas adoram Mary Pickford em razão de um certo aspecto
do seu rosto nos momentos mais exuberantes¿ (ibid., p.55). Antecipando a
posterior comparação de Vertov do cinema com as drogas (¿cine-nicotina¿, ¿cinevodca¿),
mas sem o tom reprovador deste, Lindsay compara os prazeres gregários
da sala de cinema aos do saloon. Por serem as ruminações bastante dispersas de
Lindsay altamente especulativas, e mesmo frívolas ¿ em determinada passagem, o
autor chega a sugerir correspondências rimbaudianas entre gêneros
cinematográficos e cores específicas -, é mais produtivo lê-lo em termos das
questões propostas e das possibilidades inauguradas.
As origens da teoria sistemática do cinema encontram-se no primeiro
estudo abrangente do meio cinema: The photoplay: A psychological study, de
Hugo Munsterberg, psicólogo e filósofo de Harvard (1916). Elaborando tanto com
base em categorias da filosofia neokantiana como da pesquisa em psicologia da
percepção, bem como em seu próprio conhecimento do que era então um corpus
relativamente modesto de filmes ¿ o autor envergonhava-se de ser flagrado na
platéia ¿ o livro de Munsterberg postulava o cinema como uma ¿arte da
subjetividade¿, imitadora da maneira como a consciência confere forma ao mundo
fenomênico:¿A photoplaynos conta uma história humana apropriando-se das
formas do mundo exterior, ou seja, espaço, tempo e causalidade, e ajustando os
acontecimentos às formas do mundo interior, ou seja, atenção, memória,
imaginação e emoção¿.
Em sua introdução, Munsterberg distingue entre o progresso ¿interior¿ e
¿exterior¿ do cinema, o primeiro referindo-se aos princípios estéticos e o segundo
à evolução desde os mecanismos pré-cinematográficos, como o cinetoscópio, até
os primeiros filmes ¿verdadeiros¿. (Nesse sentido, ele antecipa uma importante
área de interesse para os historiadores contemporâneos do cinema mudo.) Com
respeito às origens tecnológicas e ao potencial futuro do cinema, Munsterberg
adota uma inovadora posição não-teleológica.
É arbitrário afirmar onde se iniciou o desenvolvimento do cinema, e
impossível prever em que direção nos conduzirá... Se pensamos no
cinema como fonte de entretenimento e de fruição estética, podemos
identificar a sua origem na câmera obscura, que permitia a passagem
das placas de cristal uma por detrás da outra... por outro lado, se a
característica essencial do cinema é a combinação de várias imagens
em uma impressão contínua, devemos nos reportar ao tempo do
phenakistoscope, que apresentava um interesse meramente científico.
(Munsterberg 1970, p.1)
Mas o que de fato interessa a Munsterberg são as ¿formas interiores¿ do
cinema, isto é, os progressos na linguagem cinematográfica que possibilitam que
¿episódios banais¿ se transformem em ¿uma nova e promissora arte¿ (ibid., pp. 8-
9). A seleção, pelo cineasta, do que é significativo e conseqüente, para
Munsterberg, opera a transformação do caos no ¿cosmos¿ do filme. Seus
interesses, pois, são tanto estéticos como psicológicos. A utilização
cinematográfica do espaço e do tempo, de acordo com ele, transcende a
dramaturgia teatral através de mecanismos como o close-up, os efeitos especiais e
as mudanças ágeis de cena por meio da montagem. Para Munsterberg, é
precisamente a distância entre o cinema e a realidade física que o transporta para
a esfera do mental. Refletindo com base na tradição idealista em filosofia, na qual
o pensamento conforma a realidade, Munsterberg afirma que o cinema
reconfigura a realidade tridimensional segundo as ¿leis do pensamento¿.
Diversamente do teatro, cria prazer ao triunfar sobre o princípio material,
libertando o mundo papável do peso do espaço, do tempo e da causalidade, e
dotando-o das formas de nossa própria consciência. Porém, há uma tensão estética
em Munsterberg. Por um lado, reivindica a ¿perfeita unidade entre trama e
aparência pictórica¿ e o ¿completo isolamento do mundo prático¿, evocativos do
ilusionismo hollywoodiano; por outro, postula um ¿livre jogo de experiências
mentais¿ com final mais aberto e imprevisível, evocativo do subjetivismo do
cinema de arte.
Munsterberg pode ser considerado o pai espiritual de muitas das correntes
da teoria do cinema. Sua ênfase em um espectador ativo, que preenche as lacunas
do cinema por meio de investimentos intelectuais e emocionais, dessa maneira
participando do ¿jogo¿ cinematográfico, antecipa posteriores teoria da
espectatorialidade. Na noção de que o espectador aceita a impressão de
profundidade disponibilizada pela imagem fílmica, embora tendo consciência de
sua artificialidade, encontramos, por exemplo, o germe da noção psicanalítica
posterior da ¿crença dividida¿, o je sais mais quand même da teoria do cinema nos
anos 70. Por sua vez, o entendimento de que os filmes produzem eventos mentais,
de que o filme existe, em última instância, não no celulóide mas na mente daquele
que o atualiza, antecipa a ¿teoria da recepção¿ dos anos 80. Por fim, o trabalho de
Munsterberg sobre o ¿fenômeno phi¿, o processo pelo qual a mente constrói um
sentido cinético baseado em imagens estáticas, torna-o avô dos cognitivistas, para
quem os processos miméticos não refletem uma ligação entre o cinema e a
¿realidade¿, mas entre os processos fílmicos e os da mente em si. E como um
filósofo profissional que dedica sua atenção ao cinema, Munsterberg antecipa
figuras posteriores como Maurice Merleau-Ponty e Gilles Deleuze.
Embora Munsterberg enfatizasse a dimensão psicológica do cinema,
outros teóricos compreendiam-no como uma espécie de linguagem, com
gramática, sintaxe e vocabulário próprios. Para Vachel Lindsay (1915), o cinema
constituía uma nova linguagem de palavras-imagens e hieróglifos, uma espécie de
esperanto. A noção de linguagem cinematográfica também é encontrada na França
dos anos 20 nos escritos de Riccioto Canudo e Louis Delluc, os quais entendiam
que o aspecto lingüístico do cinema vinculava-se, paradoxalmente, ao seu estatuto
não-verbal e à sua capacidade para transcender as barreiras das línguas nacionais.
Já Bela Balázs, o teórico húngaro do cinema, repetidamente enfatizava a sua
natureza lingüística em obras dos anos 20 ao final dos anos 40. Os espectadores
cinematográficos, de acordo com Balázs, têm de aprender a ¿gramática¿ da nova
arte, suas conjugações e declinações de close-ups e de montagem. (O tropo da
linguagem cinematográfica, como veremos, também foi desenvolvido pelos
formalistas russos e, de forma muito rigorosa, pelos semiólogos do cinema da
década de 1960).
Outra corrente teórica pode-se identificar nos comentários de cineastas a
respeito de seu próprio trabalho. A afirmação de Griffith de que tomara suas
técnicas de chiaroscuro emprestadas a Rembrandt, por exemplo, configura uma
perspectiva quasi-teórica sobre a relação entre cinema e pintura. A descrição de
Louis Feuillade de seus filmes como ¿fatias de vida¿, que representam ¿as pessoas
e as coisas como são de fato, e não como gostariam de ser¿, certamente implica
uma perspectiva sobre o realismo artístico. O aforismo do realizador brasileiro
Humberto Mauro de que ¿cinema é cachoeira¿, da mesma forma, sugere que este
deveria privilegiar a beleza natural, no caso, a beleza brasileira. Também alguns
não-cineastas ofereceram ¿teorias¿ embrionárias do cinema. O elogio de
Woodrow Wilson a Nascimento de uma nação como ¿história escrita com luz¿
pode ser entendido como contendo uma proposição teórica sobre o potencial do
cinema para a escritura historiográfica, ainda que com perturbadoras implicações
racistas. A declaração de Lênin de que ¿o cinema foi para nós a mais importante
de todas as artes¿ poderia igualmente ser entendida como portadora de uma
proposição teórica implícita sobre os usos político-ideológicos do cinema.
Várias das ¿teorias¿ incipientes foram elaboradas com base em tradições
preexistentes, em outras áreas artísticas. A idéia do cineasta como ¿autor¿, por
exemplo, foi herdada dos milhares de anos de tradição literária. Embora a noção
de autor tenha entrado em voga apenas nos anos 50, a idéia original surgiu no
período mudo, em razão da busca da legitimação artística por parte do cinema.
Vachel Lindsay, já em 1915, antecipava a política dos autores ao prever que
¿distinguiremos, algum dia, entre os diversos mestres do cinema tal como hoje
nos deleitamos com os diferentes sabores de O. Henry e Mark Twain¿ (Lindsay
1915, p.211). Em 1921, em ¿Lê cinema et lês lettres modernes¿, o realizador Jean
Epstein aplicou o termo ¿autor¿ aos cineastas, enquanto Louis Delluc analisava os
filmes de Griffith, Chaplin e Ince de uma maneira qualificada por Stephen Crofts
como ¿proto-autoral¿ (Croft, em Hill e Gibson 1998, p.312). Da mesma forma, a
caracterização do cinema como a sétima arte conferia, implicitamente, aos artistas
cinematográficos o mesmo estatuto dos escritores e pintores.
STAM, Robert. Introdução á teoria do cinema. p. 37-48

Postado Por: girlofdark às 4/11/2007 04:08:33 AM Comments:






1/2

Historia do cinema

A teoria da primeira época do cinema mudo
A reflexão sobre o cinema como meio surgiu praticamente junto com o próprio
meio. Na verdade, os sentidos etimológicos das designações com que foi originalmente
batizado o cinema apontam já para diversas maneiras de ¿visualizá-lo¿ e até mesmo
antecipam as teorias posteriores. ¿Biograph¿ e ¿animatógrafo¿ enfatizam o registro da
vida em si (uma corrente bastante forte, mais tarde, nos escritos de Bazin e Kracauer).
¿Vitascope¿ e ¿Bioscope¿ enfatizam o olhar sobre a vida, portanto, deslocam a ênfase
do registro da vida para o espectador e a escopofilia (o desejo de olhar), uma
preocupação dos teóricos psicanalíticos dos anos 70. ¿Cronofotógrafo¿ enfatiza a
escritura do tempo (e da luz), prefigurando, assim, a ênfase deleuziana (bergsoniana)
sobre a ¿imagem-tempo¿, ao passo que ¿cinetoscópio¿, mais uma vez antecipando
Deleuze, enfatiza a observação visual do movimento. ¿Scenarograph¿ enfatiza o registro
de histórias ou cenas, chamando atenção tanto para o cenário como para as histórias que
nele se passam, implicitamente privilegiando, dessa forma, o cinema narrativo.
¿Cinematógrafo¿, e logo depois ¿cinema¿, chamam atenção para a transcrição do
movimento.
Poderíamos ampliar a discussão, examinando as implicações prototeóricas das
etimologias dos termos utilizados para designar os mecanismos pré-cinematográficos:
¿câmera obscura¿ (ou sala escura) evoca tanto os processos fotográficos como a
comparação marxiana da ideologia a uma câmera obscura, e ainda o nome de um
periódico feminista de cinema. ¿Lanterna mágica¿ evoca o recorrente tema da ¿magia
cinematográfica¿, juntamente com a ¿lâmpada¿ criativa do Romantismo e com a
¿lanterna¿ do iluminismo. ¿Phantasmagoria¿ e ¿phasmotrope¿ (giro-espetáculo) evocam
a fantasia e o maravilhoso, e ¿cosmorama", as ambições cinematográficas de criação de
mundos. O fuzil cinematográfico de Marey evoca o processo de filmagem e chama
atenção para o potencial agressivo da câmera como arma, uma metáfora recuperada pelo
¿cinema de guerrilha¿ dos cineastas revolucionários dos anos 60. ¿Mutoscope¿ sugere
um visor de mudanças, enquanto ¿phenakistiscope¿ evoca ¿visões enganosas¿,
antecipando o simulacro de Baudrillard. Muitas das designações do cinema incluem
variantes de ¿grafo¿ (grego para ¿escritura¿ ou ¿transcrição¿), prefigurando os tropos
posteriores referentes à autoria e à escritura cinematográficas. O alemão lichtspiel (jogo
de luz) é um dos poucos nomes que fazem menção à luz. Em razão do princípio ¿mudo¿
do cinema, o fato de raramente a nomenclatura referir-se ao som não chega a causar
qualquer surpresa, muito embora Edison percebesse o cinema como uma extensão do
fonógrafo, batizando os seus aparelhos pré-cinematográficos com nomes como
¿fonógrafo ótico¿ e ¿kinetofonógrafo¿ (a escritura do movimento e do som). Os
primeiros esforços de sincronização de som e imagem produziram designações como
¿cameraphone¿ e ¿cinephone¿. Em árabe, o cinema foi denominado sura mutaharika
(imagem ou forma e movimento), enquanto em hebraico o termo para cinema evoluiu
de reinoa (contemplar o movimento), para kolnoa (movimento sonoro). Por outro lado,
essas designações também implicam a ¿essencial¿ visualidade do cinema, entendimento
muitas vezes reforçado pelo argumento ¿histórico¿ de que o cinema existiu
primeiramente como imagem e apenas depois como som; a bem da verdade,
evidentemente, o cinema era, via de regra, acompanhado tanto pela linguagem (os
intertítulos, as articulações labiais da fala) como pela música (os pianos, as orquestras).
Nos primeiros escritos sobre cinema, freqüentemente a teoria não passa de uma
presença embrionária implícita. Encontramos em alguns críticos de jornal, por exemplo,
um discurso de fascinação, uma espécie de reverência religiosa pela pura magia da
mimese, pela simples visão de uma representação-simulacro convincente da chegada de
um trem ou do ¿vento soprando a folhagem¿. Após assistir à projeção de um filme de
Lumière Bombaim, em 1896, um repórter do Times of Índia (de 22 de julho) comentou
¿o quanto as diversas cenas representadas na tela assemelhavam-se à vida real... [com]
algo como setecentas ou oitocentas fotografias sendo lançadas sobre a tela no espaço de
um minuto¿. Uma matéria de 1899 do jornal chinês Yo-shi-Bao (O Jornal do
Entretenimento) relata a primeira experiência cinematográfica do repórter:
A noite passada... alguns amigos me levaram aos Jardins Chi para
assistir a um espetáculo. Reunida a audiência, as luzes foram apagadas
e deu-se início à performance. Na tela, à nossa frente, vimos uma
imagem ¿ duas garotas ocidentais dançando, com rolos de cabelo
amarelo e um aspecto bobo. Logo após, outra cena, dois ocidentais
lutando boxe... Os espectadores tinham a sensação de que eles se
encontravam realmente presentes, o que foi incrivelmente
emocionante. De repente, as luzes se acenderam novamente e as
imagens desapareceram. Foi sem dúvida um espetáculo maravilhoso.
(Citado em Leyda 1972, p.2)
Em reação à projeção de uma película de Lumière na Cidade do México em
dezembro de 1895, Luis G. Urbina assinalou não apenas as imperfeições da ¿nova
engenhoca¿ que ¿nos entretém reproduzindo a vida¿, mas que ¿não possui cor¿, como
também as ¿deficiências¿ da audiência popular:
As massas incultas e infantis experimentam, ao sentar-se em frente à
tela, o encantamento de uma criança que escuta o conto de fadas
narrado pela avó; foge á minha compreensão como pode um grupo de
pessoas com a obrigação de serem civilizadas idiotizar-se [nos
cinemas], noite após noite, com a repetição interminável de cenas
cujos anacronismos, aberrações, inverossimilhanças são
deliberadamente produzidos para um público do mais baixo nível
metal, desconhecedor das mais básicas noções de educação. (Mora
1988, p.6)
Os primeiros escritos sobre cinema foram em grande parte produzidos por
personagens do mundo literário. Assim reagiu o romancista russo Maxim Gorki à
projeção de um filme em 1896:
Noite passada, estive no Reino das sombras. Se vocês pudessem
imaginar o quão estranho é estar lá ... É um mundo desprovido de som
e de cor. Tudo nele ¿ a terra, as árvores, as pessoas, a água e o ar ¿
encontra-se mergulhado em um cinza monótono ... Não se trata da
vida, mas de sua sombra... E tudo isso em meio a um absoluto
silêncio, em que não se escuta o rangido das rodas, o ruído dos passos
ou da fala. Nem sequer uma nota da intrincada sinfonia que sempre
acompanha o movimento dos seres humanos. (Citado em Leyda 1972,
pp. 407-409)
Muitos dos primeiros comentadores, como Gorki, mostraram-se ambivalentes
com relação ao cinema. Desde o princípio, verificaram-se tendências simultâneas tanto
no sentido de identificar no cinema exageradas possibilidades utópicas quanto de
demonizá-lo como instrumento do mal. Assim, alguns prometiam que o cinema
reconciliaria as nações inimigas e semearia a paz pelo mundo, ao passo que outros
manifestavam um ¿pânico moral¿, um temor de que o cinema pudesse contaminar ou
degradar o público das classes mais baixas, induzindo-o ao vício e ao crime. Nessas
reações, percebe-se a convergência do vulto imponente de três tradições discursivas: (1)
a hostilidade platônica às artes miméticas; (2) a rejeição puritana às ficções artísticas; e
(3) o escárnio histórico das elites burguesas pela plebe imunda.
Um leitmotiv bastante comum nos primeiros escritos sobre o cinema foi o seu
potencial para a democratização, um tema sempre presente com o advento de toda e
qualquer inovação tecnológica, como é o caso, contemporaneamente, do computador e
da Internet. Um articulista de Moving Picture World afirmou em 1910 que ¿o cinema
traz sua nota de simpatia tanto aos cultos quanto aos incultos, aos ricos e aos pobres. É
literatura para os iletrados... Não conhece fronteiras de raça ou de nação¿. Em um tom
que faz lembrar desde Walt Whitman ao discurso cibernético, o autor prossegue:
[O espectador] vai para ver, sentir e se identificar. Durante aquele
breve intervalo de tempo, é transportado para além das limitações de
seu ambiente; passeia pelas ruas de Paris; vê o dia nascer com o
caubói do faroeste; mergulha nas profundezas da terra com mineiros
cobertos de cinzas, ou se lança ao mar com marinheiros e pescadores.
Sente, além disso, a emoção de solidarizar-se com os pobres e
necessitados... O artista cinematográfico é capaz de tocar cada uma
das teclas do grande órgão da humanidade.
Um tema relacionado era a celebração do cinema como nova ¿linguagem
universal¿, tema que, conforme aponta Miriam Hansen, reverberava fontes tão diversas
como o Iluminismo francês, a metafísica do progresso e o milenarismo protestante
(Hansen 1991, p. 76). O cinema, portanto, seria capaz de ¿reconstruir as ruínas de
Babel¿ e transcender as barreiras de nação, cultura e classe. Como escreveu um
colaborador da American Magazine (de julho de 1913), não há no cinema.
Nenhuma barreira de linguagem para o estrangeiro ou o ignorante...
por um misero níquel, o desgraçado... pode ver estrangeiros à sua
frente e começar a perceber como se parecem consigo mesmo; pode
ver coragem, aspiração e agonia, e começar a perceber a si próprio.
Começa a sentir-se como um indivíduo irmanado na raça humana e,
como tal, movido por sonhos. (Citado em Hansen 1991, p. 78)
A despeito dessa alegação teórica de universalidade, alguns grupos protestaram
contra as representações concretas de suas comunidades nos filmes hollywoodianos. A
edição de Moving Picture World de 3 de agosto de 1911 relata a audiência de uma
delegação indígena norte-americana com o presidente Taft, em que esta protestava
contra representações equivocadas e solicitava até mesmo a instalação de um
procedimento investigativo no Congresso. Na mesma linha, jornais afro-americanos
como o Califórnia Eagle, de Los Angeles, protestaram contra o racismo de filmes como
Nascimento de uma nação, de Griffith. Como veremos, será apenas no anos 20 que se
encontrará uma discussão aprofundada do racismo cinematográfico, na revista de
vanguarda Close Up.
No período mudo, encontramos, por vezes, uma mentalidade colonizada no
jornalismo cinematográfico de países como o Brasil. A revista Cinearte (fundada em
1926), por exemplo, foi uma versão tropical da hollywoodiana Photoplay.
Majoritariamente financiada por anúncios publicitários de filmes hollywoodianos, a
revista proclamava em editorial seus ideais cinematográficos e sociais.

Postado Por: girlofdark às 4/11/2007 04:07:57 AM Comments:






História do cinema


O Registro do real
Os fundamentos da invenção do filme são de ordem físico-química e podem ser
definidos, com mais nitidez, a partir da segunda metade do século XIX, na Europa. São
eles, a saber: a película sensível e a constatação da disposição fisiológica do olho humano à
retenção por algumas frações de tempo de imagens que impressionam o seu campo visual.
Essa engenhosa constatação tornou possível o registro das imagens em movimento com a
percepção similar a do olho humano, um desejo acalentado por muitos povos e muitas
gerações.
Em linhas gerais, o cinematógrafo foi o resultado de uma série de experiências
anteriores, como as sombras chinesas, passando pela lanterna mágica do século XVII ou,
pelos aparelhos da Física prática e recreativa. Essas iniciativas tinham um mesmo objetivo:
Captar a realidade em movimento. O aparelho dos irmãos Lumière, entretanto, nada mais
era do que uma invenção mecânica, permitindo a obtenção de fotografias animadas.
Tratava-se, portanto, de processo mecânico e não se podia, de forma alguma, falar em arte,
a propósito do resultado obtido. Em outras palavras, tudo se reduzia à exploração de uma
descoberta físico-química, o registro das aparências da realidade sobre uma película
sensível, que dera nascimento à fotografia, combinada com uma propriedade fisiológica,
observada no homem, a retenção pelo olho humano, durante algum tempo, da imagem
fixada na retina, e que permitia a ilusão de movimento. Mas, é preciso destacar, a
linguagem cinematográfica propriamente dita foi sendo elaborada aos poucos e, de certa
forma, esse processo de elaboração continua.
A invenção do cinema deve ser associada à vontade do homem, da segunda metade
do século XIX, de reproduzir visualmente a realidade que estava à sua volta. É o mito do
realismo total, da recriação do mundo à sua imagem. A ambição de detectar o real em toda
a sua plenitude pode ser atestada na obsessão pela captação do som e pelas imagens
coloridas. Assim, no início do século XX, muitos diretores dedicaram-se ao trabalho
artesanal de colorir cada fotograma das suas produções para representar, de forma absoluta,
a realidade tal qual ela se apresentava ao olhar humano.
A primeira conseqüência da invenção dos irmãos Lumière foi a captação de cenas
do cotidiano. Essas até então eram registradas apenas pelas lentes das máquinas
fotográficas. Os acontecimentos históricos, antes descritos apenas pelos cronistas ou pelos
historiadores e pelos jornalistas, também passaram a ser registrados. Com o cinematógrafo,
o mundo natural e o mundo criado pelo homem poderiam ser fixados em imagens animadas
e os primeiros filmes produzidos nada mais foram o que se poderia chamar de fotografias
animadas.
A primeira sessão de cinema realizou-se, em 28 de dezembro de 1895, na cidade de
Paris. Este acontecimento não foi apoteótico, como se poderia idealizar num primeiro
momento. De fato, a cerimônia foi simples: a tela, algumas cadeiras, o projetor e, na
entrada do Salão Indiano, uma faixa notificou, aos interessados pelas curiosidades e pelas
invenções, que naquele local se daria a exibição de um inusitado espetáculo:
¿Cinematógrafo Lumière, entrada um franco¿. Na célebre sessão foram exibidos: A saída
de operários da Usina Lumière, O Jardineiro que se molha com mangueira e a Chegada
do trem à Estação de Lyon; nesse episódio, reza a lenda, alguns espectadores, temendo ser
atropelados pela locomotiva que se aproximava, recuaram, pois acharam que a mesma
sairia da tela. Apesar da grande novidade, poucos espectadores demonstraram interesse em
assistir à mais recente invenção. Apenas 33 testemunhas compareceram à sessão preparada
cuidadosamente pelos irmãos Auguste e Louis Lumière, ¿rapazes sérios, trabalhadores e
inteligentes¿. Poucos poderiam imaginar que alguns anos mais tarde, multidões formariam
filas gigantescas em todo o planeta com o objetivo de comprar um bilhete para acompanhar
a exibição da película em cartaz.
Com o passar do tempo as produções cinematográficas passariam por um processo
de fragmentação: Quadros históricos, filmes cômicos, dramas, histórias fantásticas, cenas
trucadas, enredos picantes, reconstituições religiosas e atualidades. Neste campo, as
câmeras passaram literalmente a correr atrás dos acontecimentos, das competições
esportivas, dos desfiles militares, de casamentos de celebridades européias, etc. O francês
Georges Méliès foi o primeiro cineasta a se destacar no gênero das trucagens. O seu
trabalho de direção e as técnicas de filmagens que adotou foram influenciadas pelos
métodos levados a cabo pelos fotógrafos do início do século como, por exemplo, a
superposição de imagens. É desse diretor a primeira obra-prima no campo das trucagens, o
filme A viagem à lua. Todavia, o sucesso de Méliès e do seu cinema de fantasia e de
trucagem começaram a declinar por volta de 1906, quando o público passou a se interessar
pelas peripécias cômicas e pelos dramas realistas.
No mesmo período, os conflitos internacionais passaram a fazer parte dos roteiros
das produções de atualidades, integrando uma nova concepção de informação trazida pelo
desenvolvimento da fotografia e da imprensa ilustrada. Na Primeira Guerra Mundial, por
exemplo, o governo britânico enviou dezenas de cinegrafistas para os campos de batalha,
para que estes filmassem o conflito; as películas, sem nenhum efeito de montagem, foram
remetidas para Londres e, posteriormente exibidas nos cinemas da cidade. Segundo o
historiador inglês Eric Hobsbawm, desde o momento que o filme se tornou arte, seus
pioneiros passaram a intervir na história, as suas produções, sob a aparência de
representação, doutrinaram e glorificaram o mundo burguês em franca expansão, nas duas
primeiras décadas do século.
Porém, nesse primeiro cinema, a composição e a estética dos filmes
fundamentaram-se nas estruturas narrativas existentes. A lanterna mágica, por exemplo,
forneceu ao cinema alguns dos seus primeiros artesãos, proporcionou o repertório de temas
e, simultaneamente, propôs o modo de exposição das histórias através da sucessão de
quadros. O teatro de variedades, por sua vez, exerceu também uma influência decisiva: O
cenário dos filmes imita o pano de fundo dos palcos; o artista entra em cena, cumprimenta,
faz seu número e sai; a câmera ocupa o lugar e a distância ideal dos espectadores diante do
palco. De fato, a própria movimentação dos atores, suas entradas e saídas pelo fundo ou
pelos espaços laterais do campo são empréstimos da cena teatral.
Nessa fase, o cinema foi apenas fotografia animada, registro do que aconteceu na
realidade. A câmera limitou-se a tomar, de um ponto fixo, cenas naturais ou teatrais, o
material filmado não sofria alterações ao passar para a tela, o filme era dividido em
seqüências emendadas umas nas outras e, em seguida, projetadas. Os fundamentos da
linguagem cinematográfica apareceram mais tarde, e foram frutos do talento e da
criatividade de diretores que contribuíram, com os seus filmes, para a construção de um
campo de expressividade peculiar à arte e à linguagem cinematográfica. Em outras
palavras, o fator primordial para o cinema construir os elementos básicos de sua linguagem
foi a demarcação do seu campo próprio de expressão. Nessa perspectiva, os historiadores
do cinema creditam ao cineasta David Wark Griffith a criação dos primeiros elementos
estéticos da sétima arte.
LEITE, Sidney Ferreira. O Cinema manipula a realidade. p.11-15

Postado Por: girlofdark às 4/11/2007 04:01:36 AM Comments:






História do cinema

Griffith: A arte de manipular a realidade
Como foi visto anteriormente, a criação dos irmãos Lumière residiu na possibilidade
de conferir aos homens um rico filão para a representação do real ou, em outros termos, na
ilusão de se estar diante do real. Tal impressão de realidade explica, pelo menos em parte, o
sucesso do cinema ao longo do mundo contemporâneo. Pois, o filme é antes de tudo a soma
de técnicas e de linguagens que têm como produto uma versão da realidade. Como
sustentam diversos teóricos sobre o tema: O cinema é o aperfeiçoamento da pintura e da
fotografia. A sétima arte criou a ilusão de uma arte objetiva, neutra, na qual o homem não
interfere, pois o artefato mecânico elimina a intervenção humana e, supostamente, assegura
a objetividade.
Essa crença aponta, entre outros aspectos, a existência de um passado em comum
entre o cinema e a fotografia. O ideal em questão, que foi construído no século XIX,
baseia-se na premissa segundo a qual ambos captam a realidade de forma neutral. Porém,
logo ficou evidente que tanto as câmeras fotográficas, como as cinematográficas, não
proporcionavam o registro objetivo da realidade, uma vez que as imagens produzidas eram
o resultado de escolhas feitas pelos fotógrafos e cineastas e que tais escolhas eram
condicionadas por seus interesses, suas crenças, seus valores, seus preconceitos e
convenções de sua época. Nestas condições, ¿contaminadas pela subjetividade¿.
Todavia, o passado comum entre o filme e a fotografia não significa uma identidade
total. Pois, na fotografia o objeto é arrancado de sua temporalidade e imobilizado num
momento expressivo; no cinema o objeto é inserido na duração, ritmando no contraponto de
imagens, com todos os momentos que o exprime. Segundo André Bazin, célebre crítico de
cinema francês, o cinema vem a ser a consecução no tempo da objetividade
cinematográfica. O filme é a expressão do descontentamento do homem com a fotografia,
que apenas lacrava a imagem no instante.
Até o surgimento das primeiras técnicas de manipulação da realidade no cinema, a
pesada câmera ficava estática, registrando apenas os movimentos no campo da objetiva,
realizando tomadas similares à percepção que os espectadores tinham de uma peça de
teatro. Nessa condição, o cinema era apenas um instrumento técnico a serviço do teatro.
Como nos documentários dos irmãos Lumiére, a câmera continuou parada, diante do palco,
como se fosse o espectador fotografando. Desta forma, as potencialidades da linguagem
cinematográfica, não eram aproveitadas na sua plenitude.
Porém, essa situação começou a mudar quando os diretores iniciaram o processo de
sistematização dos elementos básicos da linguagem cinematográfica, isto é, delinearam o
seu campo específico de expressão. Nesta perspectiva, o cineasta norte-americano David
Wark Griffith desempenha papel especialmente relevante, pois atuou no sentido de criar os
primeiros elementos estéticos da sétima arte. O diretor de Intolerância (1919) foi o
primeiro, a realizar determinados procedimentos capazes de constituir uma linguagem
propriamente cinematográfica. Assim, não é exagero afirmar que foi esse cineasta pioneiro
quando conseguiu sintetizar em um filme as possibilidades narrativas que o cinema oferece,
isto é, a utilização de closes, de travellings, de cortes e de flashbacks; tudo com o fim de
contar uma história. Dessa forma, o diretor em questão contribuiu decisivamente para
desmistificar as duas convenções que, até então, dificultavam o desenvolvimento das
potencialidades expressivas e estéticas do cinema: 1°) a câmera colocada num ponto
correspondente ao do espectador no teatro e 2°) a cena inteiramente representada antes de
se dar o início da filmagem.
Griffith nasceu em 1875, no Estado de Kentucky. Logo começou a desempenhar o
papel de ator, atuando em produções para a Companhia Edison. Em 1908 passou para a
direção, chegou a dirigir de 50 a 100 películas por ano. Porém, foi com o épico O
nascimento de uma nação (1915) que o seu cinema obteve notoriedade destacada. Essa
película traz algumas das principais contribuições de Griffith que ajudaram a transformar o
cinema numa arte: 1°) a produção de um espetáculo com mais de três horas de duração,
como no teatro e na ópera; 2°) traduzir para a linguagem cinematográfica um livro
complexo e volumoso e 3°) narrar para os espectadores as relações entre o todo e as partes
de uma história. Grosso modo, o filme em questão demonstrou a possibilidade do cinema
ser, ao mesmo tempo, espetáculo, narração e linguagem. Até que Griffith colocasse em
prática as suas intuições e inventividade, o cinema se reduzia, como foi visto, a simples
fotografias animadas; uma espécie de registro fotográfico do que aconteceu na realidade. A
câmera se limitava a tomar, de um ponto fixo, as seqüências. O material filmado não sofria
maiores modificações ao ser exibido na tela: O filme era dividido em seqüências, tendo
como cenários os locais em que se passou a ação.
Em 1908, quando dirigiu o filme Just Meat, uma adaptação cinematográfica do
romance de autoria de Jack London, o diretor moveu a câmera aproximando-a do ator. Esse
movimento representou o início da exploração da mobilidade de câmera e da técnica de
dividir uma cena, até então fotografada num único plano, em tomadas separadas. O
movimento hoje parece simples e óbvio, mas na época era uma grande novidade e foi usado
em abundância pelos grandes diretores do cinema clássico como, por exemplo, Howard
Hawks, John Ford e Alfred Hitchcock e que foi recuperado por cineastas contemporâneos
como Francis Ford Coppola, Martin Scorcese e Spike Lee.
Assim, Griffith libertou o cinema da cena teatral, isto é, da câmera como um
espectador passivo e deu início à exploração da linguagem própria do filme por meio de
processos de expressão peculiares à sétima arte. Libertava-se o cinema do espaço real.
Talvez a revolução mais poderosa, até então, feita no cinema. o diretor passou então a
cortar uma cena, introduzindo no seu bojo uma outra. O corte será um elemento
fundamental na estruturação da fita como criação artística independente do teatro. Sem esse
recurso, filmes como: Shane (1953) e Cabo do medo (1993) perderiam grande parte do seu
suspense e de sua densidade dramática. Não teríamos seqüências memoráveis e antológicas
como a chegada da personagem de Cláudia Cardinale à cidade onde se desenvolve a trama
central de Era uma vez no Oeste(1968), ou a seqüência final de Cidadão Kane (1941).
Após as produções de Griffith, a estrutura e a confecção do filme passaram a ser
mais elaboradas. A imagem projetada na tela não era mais o que se vê na perspectiva do
olhar humano ou do espectador de teatro: o seu olhar guiado pelas estratégias narrativas do
diretor: O filme assim realizado nada mais tem a ver com as películas dos primeiros
momentos do cinema. ¿A máquina é a mesma, a base técnica continua sendo o registro das
imagens em movimento, a câmera que vê por nós. E não vê mais passivamente, mas
ativamente; vê selecionando, imprimindo ritmo às suas visões, vê com intenções de
sugestão, visando a nos emocionar de determinada maneira¿. O diretor passou a imprimir
forma, a engendrar e a maquinar sua narrativa e a colocar em movimento as imagens, em
outras palavras, passou a manipular a realidade à sua volta.
A partir de Griffith, o espectador não precisou mais ficar passivamente diante da
película. Ele passou a ser ¿arrastado pela câmera livre¿, desgarrada das leis de espaço e de
tempo: ¿Estamos, pois, diante de uma arte poderosamente criadora, capaz de nos
transportar para um plano que não é o da realidade, capaz de nos emocionar através de uma
linguagem que não tem nada em comum com a linguagem de outras artes¿. Assim, ao
definir os seus componentes estilísticos básicos, Griffith sistematizou as credenciais e as
potencialidades do cinema como meio capaz de estabelecer canais de comunicação,
especialmente os de ordem ideológica e simbólica, entre o Estado e a sociedade.
De fato, diretores como Griffith criaram um fenômeno historicamente novo:
Homens entrando espontaneamente numa sala ampla e escura, sentados e olhando
fixamente para uma tela de grandes proporções, expostos a uma luz intensa com o poder de
construir e destruir contextos e realidades. Nesse aspecto, um outro cineasta merece
destaque especial: Sergei Eisenstein
LEITE, Sidney Ferreira. O Cinema manipula a realidade. p.15-20

Postado Por: girlofdark às 4/11/2007 04:00:18 AM Comments:









UNIVERSIDADE SALGADO DE OLIVEIRA ¿ UNIVERSO








CURSO DE PRODUÇÃO AUDIOVISUAL



DISCIPLINA: TEORIA E ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO (CTM 07)


Profa.: Flávia Lima



TEXTO 1



















A EQUIPE TÉCNICA EM AUDIOVISUAL ¿
AS FUNÇÕES DE CADA DEPARTAMENTO

DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO

Técnicos responsáveis pela administração, logística, tática e custos de uma filmagem. Um filme, de qualquer gênero, necessita de um produtor, que levantará os recursos necessários e acompanhará estreitamente os seus gastos para que o filme termine dentro do prazo e do orçamento estipulados. Além das tarefas administrativas, a equipe de produção deve ter um senso artístico apurado para fazer sugestões e solucionar problemas dos outros departamentos. As funções definidas em uma equipe de produção muitas vezes se confundem e se fundem. O limite de responsabilidades de cada técnico é bem elástico e varia de filme para filme. Mas, em termos gerais, apesar de não haver uma regra rígida, podemos dividir os cargos da seguinte forma:

Produtor - produz os meios para a realização de um filme. Faz a captação de recursos junto aos investidores e/ou investe o próprio capital. Ele é o ¿dono¿ do filme.
Produtor Associado ¿ Participa ou não com capital, e pode criar determinadas condições para que o produtor realize o projeto. A partir de um contrato de cessão de direitos, ele passa a ter participação no lucro que o filme obtiver, a combinar, dependendo de cada caso. Exemplo: o autor de um livro que será adaptado para o filme; uma empresa de finalização de imagem, que colabore cedendo técnicos e equipamentos para a pós-produção de efeitos visuais; uma empresa que irá cuidar da divulgação e distribuição do filme.
Co-produtor ¿ Participa com parte do capital, mas nada ou pouco decide em relação à administração do filme. Também pode assinar um contrato de cessão de direitos do filme.
Produtor Executivo ¿ Braço direito do Produtor, com conhecimentos em negociações de cinema, para auxiliá-lo na captação de recursos e administrar o capital da preparação à pós-produção do filme. Cuida da assessoria jurídica e de imprensa, das contratações dos técnicos, de todos os pagamentos e dos seguros de equipe e equipamento. Trabalha com o auxílio de um contador e, em muitos casos, de um assistente.
Coordenador de Produção ¿ Dá suporte, no escritório, ao trabalho do Diretor de Produção no set de filmagem. Em muitos casos seu trabalho é executado por uma secretária de produção.
Diretor de Produção ¿ Responsável pela administração e a organização geral do filme, afim de que se cumpra o plano de filmagem. Trabalha sob a supervisão do Produtor Executivo, controlando diariamente os gastos e gerenciando o andamento do set de filmagem. Em filme de curta-metragem e publicitários, pode acumular a função de Produtor Executivo e Produtor de Platô.
Produtor de Platô ¿ Cuida da logística, da organização do easpaço físico no set de filmagem, podendo representar o Diretor de Produção em sua ausência. Trabalha em conjunto com o 1º Assistente de Direção. Pode ser auxiliado por um Assistente de Platô e/ou um Boy de Set.
Assistente de Produção ¿ Trabalha sob a orientação do Diretor de Produção, auxiliando-o em suas funções.
Produtor de Locação - Responsável pela pesquisa de locações e negociação das mesmas. Possuem uma agenda de contatos e arquivo de fotos de locações diversas. Muitas vezes este produtor será o Platô do filme. Esta função pode ser exercida pelo próprio Diretor de Produção, em filmes de baixo orçamento.
Produtor de Pós-Produção ¿ Organiza e acompanha a pós-produção, agendando horários de laboratórios de imagem e som, acompanhando os profissionais os técnicos específicos da área.

DEPARTAMENTO DE DIREÇÃO

A direção é a principal responsável pelo resultado final das imagens no sentido artístico.

Diretor: É responsável pelo clima, ritmo de ação, ambientação e contexto dramático dos atores. Deve apresentar da melhor maneira possível cada cena, registrando com eficácia cada ação e cada detalhe dramaticamente importante, através dos planos e movimentos de câmera que escolhe e, ainda, da direção dos atores. Todos os departamentos trabalham sob a orientação do Diretor, e a partir de suas intenções para o filme. Portanto, tudo deve ser analisado e aprovado por ele: elenco, luz, cenários, locações externas, figurinos, maquiagens, etc.
1º Assistente de Direção: Assessora o Diretor em suas tarefas criativas e administrativas. É o elo entre o Diretor e toda a equipe técnica. Administra o set, junto à produção, e sempre ao lado do Diretor, para que o planejamento diário de filmagem seja cumprido. Elabora a ordem do dia e o plano de filmagem (junto ao Diretor e à Produção). Normalmente é quem faz a análise técnica de todas as cenas na fase de preparação.
2º Assistente de Direção: Cuida do elenco: passa para o Produtor de Elenco os dias e horários de filmagem de cada ator, conferindo os textos de cada um.
3º Assistente de Direção: Cuida da figuração: dias, horários e posicionamentos no set.
Continuísta: Assessora o diretor na continuidade dos planos, para que não ocorram problemas de corte na edição, preparando um boletim para ser acompanhado posteriormente. Além da continuidade na linguagem dos planos, também é responsável pela continuidade em relação aos cenários, figurinos e maquiagens.
Produtor de Elenco: Cabe a ele apresentar sugestões de personagens ao Diretor. Acompanha todo o processo de contratações, testes, provas de figurino e cronogramas de trabalho dos atores. Possui arquivos de fotos e vídeos de atores e modelos que facilitam seu trabalho.
Diretor de Dublês: Indica os dublês apropriados para o tipo de cena e coordena seus trabalhos. Auxilia o Diretor na direção das cenas em que estes se tornam necessários.
Coreógrafo: coreografa as danças dos artistas em cena, de acordo com a orientação do Diretor.
Técnico de Efeitos Especiais: Responsável pela execução de efeitos mecânicos durante as filmagens. Simula chuvas, neves, incêndios, tiros, bombas, etc.
Stand in: Pessoas contratadas para substituir os atores na marcação do espaço cênico pelo Diretor e durante o posicionamento da luz pelo Diretor de Fotografia. Muitas vezes alguém da própria equipe assume este papel.



DEPARTAMENTO DE FOTOGRAFIA

Diretor de Fotografia: Responsável pela iluminação e seu conseqüente clima dramático na cena. Na maioria das vezes também opera a câmera. Auxilia o Diretor na escolha dos enquadramentos e movimentos de câmera e, sendo assim, também fica responsável pela linguagem do filme. Define os equipamentos de luz e maquinária, câmera, lentes, filtros e negativos (qdo for rodar em película) apropriados para cada filme. Realiza visitas de locação e estúdio com a Direção e solicita pré-lights quando forem necessários.
Operador de Câmera/Cameraman: Opera a câmera, sob a orientação do Diretor e do Diretor de Fotografia (quando este não o faz).
Operador de Steadicam: técnico especializado em operar steadicam, que normalmente possui este equipamento. Alguns Diretores de Fotografia possuem tais habilidades, assumindo esta função.
Operador de Cabeça Remote/Eletrônica: Algumas gruas possuem um sistema de movimentação eletrônica de câmera controlado, em solo, por meio de um joy stick. Existem técnicos especializados para essa função, sendo poucos os Diretores de Fotografia que operam este equipamento.
1º Assistente de Câmera: Responsável pelo foco da câmera, pelas trocas de lentes e filtros, e supervisão dos demais assistentes.
2º Assistente de Câmera: Cuida do deslocamento da câmera, da limpeza e manutenção deste equipamento. Carrega (com negativo virgem) e descarrega (o negativo exposto) no chassi da câmera, guardando o negativo filmado ou as fitas gravadas, e anotando as devidas identificações no material.
3º Assistente de Câmera/ Loader: Cuida basicamente de carregar o chassi da câmera. Normalmente se torna necessário no set quando é utilizada mais de uma câmera.
Vídeo assist: Opera o equipamento de vídeo (Monitor e vídeo VHS) ligado, por cabo, à câmera, gravando todas as cenas que estão sendo rodadas. O monitor permite que o Diretor acompanhe a sequência que está sendo captada pela câmera e o vídeo gravador que ele possa rever o que acabou de ser filmado.
Gaffer: Prepara o esquema de luz sob a supervisão do Diretor de Fotografia. É como um ¿eletricista de luxo¿, que tem conhecimentos mais apurados que o eletricista sobre fotografia.
Eletricista: A partir da concepção de iluminação feita pelo Dir. de Fotografia, seleciona o equipamento de luz necessário junto à locadora, verificando cada detalhe de lâmpadas e cabos para que não falte nada. Posiciona e movimenta os refletores, gelatinas e difusores no set, com o auxílio de um ou mais assistentes.
Maquinista: A partir da concepção de movimentos de câmera feita pelo Diretor e Dir. de Fotografia, seleciona e confere o equipamento de maquinaria junto à locadora. Opera carrinhos (dollies) e gruas, e auxilia o eletricista em posicionamentos de refletores mais complicados. Articula todos os tipos de ¿traquitanas¿ para filmagens aéreas, com carros, e alguma ¿loucura¿ que o diretor quiser fazer com a câmera.
Técnico em filmagens submarinas: possui o equipamento específico para filmagens com a câmera dentro d´agua, e determina os procedimentos para o Diretor e os atores, afim de que a cena se realize como o esperado.



DEPARTAMENTO DE ARTE

Dir. de Arte: Responsável pela concepção dos cenários e todos os demais elementos de ambientação das cenas, desde os desenhos dos cenários, escolha de móveis e objetos, cores e texturas, passando por interferências visuais em exteriores (placas, cartazes, etc), até a concepção de figurinos e maquiagens junto aos profissionais que o auxiliam em cada um desses setores da arte, abaixo listados. Trabalha com o auxílio de um Assistente de Arte.
Cenógrafo: Responsável pela planta baixa do cenário criado pelo Dir. de Arte, com as devidas medidas e indicações dos materiais a serem utilizados em sua construção, acompanhando a execução do mesmo.
Cenotécnico: constroe o cenário sob a orientação do Dir. de Arte e do Cenotécnico. Escala os ¿peões¿ necessários para o auxiliarem.
Produtor de Objetos: Providencia os elementos/objetos de cena definidos pelo Dir. de Arte.
Aderecista: Responsável por confeccionar objetos como lanças, flechas, adereços de carnaval e vários outros que muitas vezes não podem ser adquiridos, já prontos, em grandes quantidades, ou mesmo uma única peça.
Mocapeiro: Confecciona modelos de produtos (mocapes/ mock ups) em tamanhos diferenciados e/ou a partir de outros materiais, que não são os originais. São normalmente solicitados em filmes publicitários.
Contra Regra: Mantém sob sua guarda todos os objetos de cena, ajudando a decorar o set, limpando e posicionando os objetos.
Figurinista: Faz a pesquisa do figurino a ser apresentado ao Dir. de Arte. Aluga, compra e/ou providencia a confecção dos figurinos, realizando as devidas provas de figurino com os atores, quando necessário. Em casos mais simples não há provas, e o Figurinista apenas pega com o Produtor de Elenco as medidas dos atores. Trabalha com o auxílio de um Assistente de Figurino.
Maquiador: Responsável pela maquiagem dos atores. Em casos de maquiagens especiais, como feridas e caracterizações mais específicas, é necessário a contratação de um maquiador especializado nesses efeitos, que deve realizar testes com os atores. Muitas vezes ele próprio faz o cabelo.
Cabeleireiro: Responsável pelos cabelos dos atores. São muito solicitados em filmes de época, em caso de apliques e perucas, ou qualquer outro caso de cabelos mais ¿trabalhados¿, quando também se tornam necessários testes com os atores.



DEPARTAMENTO DE SOM

Técnico de Som: Responsável pela gravação de diálogos e ruídos no momento das filmagens (som direto). Também opera playbacks (música pré-gravada que servirá de guia para canto e dança dos atores, como em casos de musicais e videoclips)
Microfonista: Posiciona os microfones o mais perto possível dos atores, com uma vara chamada boom, ou acopla microfones sem fio no corpo dos atores. Em casos mais complicados de captação de som contrata-se, ainda, um terceiro assistente.


DEPARTAMENTO DE FINALIZAÇÃO

Editor/Montador: Responsável pela unidade narrativa do filme e, por isso, costuma trabalhar sob a orientação do Diretor. O Editor é o responsável por editar as imagens digitalizadas (em computador), e o Montador é aquele que faz a montagem do filme na moviola. Tudo depende do processo de finalização, que pode ter ou não o trabalho dos dois técnicos. (Entenderemos melhor o trabalho desses técnicos no decorrer da disciplina)
Operador de Vídeo/Moviola: Opera a moviola, sob a orientação do montador
Operador de Vídeo/ Ilha de Edição: Opera o computador de edição, sob a orientação do editor.
Técnico em Telecinagem/Colorista: Opera o equipamento de telecinagem on-line, sob a orientação do Dir. de Fortografia.
Técnico de Efeitos Visuais: Apesar de seu trabalho estar veiculado ao processo de finalização de imagem, de toda computação gráfica do filme, muitas vezes sua presença no set torna-se indispensável, sendo comum ele assumir a direção da cena quando os atores precisam contracenar com objetos, pessoas e animais que, serão inseridos na pós-produção de efeitos visuais e digitais.
Editor de Som: Cuida do sincronismo dos sons (diálogos, ruídos e trilhas musicais) com as imagens, acompanhando toda a mixagem da trilha sonora.
Técnico de Mixagem: Opera o equipamento de mixagem, sob a orientação do Editor de Som.
Dublador: Substitui as vozes dos atores. Contratado principalmente em filmes estrangeiros dublados para o português, mas também pode ser solicitado para dublar cenas cujo som direto não ficou bom e não se optou por refilmar a cena (retake da cena).
Diretor Musical: Responsável pela criação e gravação da trilha sonora original.
Produtor Musical: Responsável pela contratação dos músicos e controle das horas de estúdio para a gravação das músicas que farão parte da trilha sonora do filme.
Ruideiro (Técnico em gravação de Ruídos): Encarregado de gravar sons de efeitos não obtidos durante as filmagens e criar sons adequados às cenas.



OBSERVAÇÕES:

- Cada Chefe de Departamento tem autonomia para escolher seus assistentes, podendo contar com o auxílio da equipe de produção para tal. O número de assistentes de cada profissional varia de acordo com as necessidades, o orçamento e o gênero do filme. Por isso, muitas das funções citadas no texto são acumuladas pelo mesmo técnico de departamento.

- Além dos profissionais referidos, existem empresas que fornecem serviços diretamente às filmagens, e a qualidade desses serviços exigem um grande cuidado por parte da produção. Alguns exemplos de fornecedores:

- Distribuidores de negativos (latas de película) e fitas de vídeo e áudio;
- empresas de locação de equipamentos de câmera, iluminação, maquinaria, equipamentos de som e comunicação (walk talks), etc;
- fabricantes e distribuidores de gelatinas, difusores, fitas adesivas especiais, tintas para cromakeys, etc;
- agências de figuração;
- empresas especializadas no fornecimento de buffet de alimentação para filmagens;
- empresas especializadas em veículos de transporte de equipe e equipamento;
- empresas especializadas em veículos de cena, animais treinados, etc;
- empresas especializadas em objetos e roupas de época;
- laboratórios de revelação e copiagem de negativo;
- empresas de pós-produção de imagem.



Autora: Flávia Lima



Bibliografia:

RODRIGUES, Chris. O cinema e a produção. Rio de Janeiro: DP&A, 2002.



















Postado Por: girlofdark às 4/11/2007 03:52:57 AM Comments:





Terça-feira, Abril 10, 2007


Descobri hj q se eu fikar mais de 90 dias sem postar eu perco o acesso
intão estou aki para não desativar esse meu blog q eu gosto tanto e q anda as moscas...

o q eu posso dizer...
o q ha de novo?

agora tenho uma filha linda
ela ainda não tem nome...
ow melhor, ate q tem... vários nomes
mais eh melhor deixar isso pra lá...

aki em casa ela não fika no colo de ngm...
ela não deita em cima de ngm...
só cmg q ela faz essas coisas...
só no meu colo q ela fika
só em cima de mim q ela deita....
eu carrego ela igual bebe dentro de casa
e ela fika ketinha cmg...
ela pega minha mão e agarra ela igual qnd um bebe agarra a mamadeira...
=D~

ela eh mto fofa!!!!
coisa mais linda do mundo!!!!

filha minha e do meu amorzinho né?!
só q meu amorzinho não gosta mto de gatos
=/
mais vai ter q acostumar...
pq qnd nois for morar juntos vai ter ao menos um gato na casa


eu amo mto meu amorzinho
só q ela não acredita em mim...
depois dele não vai ter mais ngm...
vou virar freira se ele me largar...
não existe outra pessoa no mundo com quem eu gostaria de estar a não ser ele
meu amorzinho gostoso

pois eh
eu falo ngm acredita

eu sou super apaixonada por ele
eu amo mais q tudo nessa vida

eu não faço sacanagens com ele, já fiz, mas.... eh passado.. no presente e o futuro não tem nenhuma merda em vista
e pelo q depender de mim nem vai ter...

eu brigo horrores com ele
mais eh pq eu sou super ciumenta...
tenho ciumes ate da mãe dele...
pq a mãe dele fika 24hrs por dia com ele
deita na cama dele
fika vendo filme abracadinho
fika vendo ele tomar banho
o.O


eh...
akela cidadezinha de merda onde vc nasceu sempre me stressa
eu sempre trato vc mal qnd esta lá...
mais tbm...
só merda qnd vc vai pra lá...
e não eh de hj q eu reclamo de lá...
le o post ai debaixo pra vc ver...
foi antes do carnaval....

pq depois do carnaval tbm...
putzzzz
o carnaval foi a pior epoca da minha vida...
me senti um lixo
me senti mto menos q um lixo
me senti a pior de todas as pessoas...
te desculpei, mais não a perdoei e mto menos esqueci o acontecimento...
acho q nunca esquecerei...
a ferida ainda esta aberta....
mais não esta sangrando mais.....

e o q eu posso fazer??

vc voltou e era pra eu ter ido ver vc hj , ontem... segunda feria....
mais a porra do celular...
=/

inferno....
ai planejamos a terca feira...
e parece q não deu....

eu esperava tanto por essa terca...
quardava tudo de mim
tudo de bom para te dar...
mais parece q deus sabe la qnd eu vou estar empenhada igual estava para esse dia...
mais eh sempre assim...
planeja, planeja e planeja...
na hora h
vai tudo pelo ralo
ou intão acontece...
mais não do jeito q vc imaginava acontecer...


bom...
vamos voltar as novidades...

estou trabalhando...
e o trabalho anda me stressando um pouko...
ando mto preocupada com ele
preocupada em fazer as coisas certas....
mais enfim...

meu amor naum gosta do meu trabalho
tanto q chegoua teminar cmg por causa dele

no meu primeiro dia ela falou q naum keria mais
q se eu fosse trabalhar era pra eu esquecer dela...

e eu fui...
e um pouco antes de eu sair do trabalho...
olho pro meu cel e vejo umas chamadas não atendidas... e algumas msgs...
dizendo q precisava conversar cmg e q me amava....
ai eu retornei
e lá estava ela pedindo pra voltar
=D~


ela continua não gostando do meu trabalho....
mas estou gostando da atitude dela de estar 'tentando' aceitar isso

vou durmir agora pq ja fiz o q tinha q fazer na net...
acho q deu certo
c naum tiver dado tbm...
azar
e eu vo levar doce do celso
=/

enfim

ate um outro dia....

eu bem tava pensando em postar aki materias da minha facu aki...
pq tem tanta materia perdia pela net...
vou começar a postar aki num dia q eu tiver tempo...
hj naum da pq tenho q durmir cedo pra poder ir na rua ....
bleh...
tem q ir no banco depositar
comprar coisas na rua
e ver meu amor....
espero q ela passe a tarde cmg...
pq se ela passar a tarde cmg eu vou fikar mais inrrolada e atolada de coisas pra fazer...
maos ao menos eu vou ter fikado com ela a tarde toda pra matar a saudade
=D~
mais eu acho q ela naum vai passar a tarde cmg...
pq ela tbm tem seus afazeres
=/

nhaaaa
eu tava esperando tanto por essa terca feira
=/

fazer o q né?!
nem tudo eh perfeito

amorrr
te amo mto tah sua boba!!!
o coisa boba sô



Postado Por: girlofdark às 4/10/2007 03:20:04 AM Comments:





Terça-feira, Janeiro 30, 2007



Pois é...

Tô até hj mal...
Eu me irrito com tudo, me stresso facil...
Sabe...
Meu namoro tava tão bom...
Até as férias...
Ai eu começei a stressar... stressava pq eu fikava longe dela... Comecei depois q ela foi prakela cidadezinha q eu odeio...
preimeiro ela sai e naum fala, esquece de falar, depois tira altas fotos.... eu peço pra ela não sair, e o q ela faz??? Sai...
Comecei a fikar puta... e não parei mais... depois disso fikei puta td dia...

Acho q eu preciso de um tempo...
pra arrumar minha vida..
parece q jogaram praga em mim....

Vou aproveitar... se eu for pra guarapari, vou me descobectar do mundo....
sem celular, sem internet, sem falar com meu amor...
pq se eu fikar mais stressada vai ser pior pra nois duas...
pq ela ja naum tah aguentando mais eu enchendo o saco dela...
vou tentar parar...
eu sei q eu vo fikar puta sem falar com ela... vo fikar pensando no q ela vai estar fazendo, com quem ela esta falando, se ela tah fazendo merda na net ow naum... vou pensar merd horrores... amis pelo menos eu naum vou encher o saco dela....

num sei o q eu faço
não sei o q está acontecendo cmg
me irrito com tudo, com meus pais me pedindo para ir no mercado, com meu avô reclamando da conta de luz, da minha vó perguntando o q esta acontecendo cmg, com a minha mae q naum me da dinheiro, me irrito com a minha vida, q naum está nada bem...
vo acabar perdendo a tereza por besteira...
não kero fikar sem ela...
ela eh a unica coisa q me deixa bem...
o unico momento de felicidade q estou tendo eh qnd eu encontro com ela....
pq qnd estamos longe... nois briga horrores, pela net, pelo cel...
bleh....
só pessualmente q nois naum briga....
o foda eh q nois passamos no maximo 3 hrs por dia....
ou seja....
briga toda hora...
motivo?
nenhum, brigamos atoa!!!!

o.O

eu naum to me aguentando mais q saco!!!!!!!!



amor, me desculpa, tenta me intender... tenta compreender, tenta não se irritar cmg... tenta não birgar, pq tah foda... eu tento... mais naum consigo...
vc fala cmg como se eu fosse uma amiga... vc naum me da atenção eu fiko triste, puta, pensando q vc tah fazendo merda...
enfim..
desculpa... se vc puder esperar um poukinho... vc vai ver... tudo vai voltar a ser como antes...


Postado Por: girlofdark às 1/30/2007 07:11:15 PM Comments:





Quarta-feira, Janeiro 24, 2007




Sonhos ruins, sonhos ruins...
Antes era só sonhos maravilhosos...
Agora, ou pelo menos nessa ultima semana,
Sonhei com tudo, traição, morte, sequestro, falsidade, inveja, ciume...

Bleh... Isso só ajuda pro meu humor q está péssimo esses dias...

Tive uma grande surpresa ontem, e era pra eu estár feliz de ter conseguido, mas não, não fikei feliz, fikei sim... mais meu mau humor era maior e tomou conta de mim... Aperto forte no peito, pressentimento ruim, sinto como se estivesse para acontecer algo mto ruim cmg ou com alguem próximo...

Pra piorar a situação, meu pai tá enchendo meu saco para q eu arrume um imprego...
E a Tereza falo q se eu for trabalhar ela tá fora...

Putz... eu não tenho culpa, eu só sirvo pra trabalhar em boate, ou em cyber... Eu não me vejo sentada numa mesa de escritório, ou numa loja de roupas...
Ela poderia me intender, mais tudo bem, eu intendo ela... Só não concordo... pq eu tive q desfazer de um sonho meu para conforta-la...
Como vou arrumar um imprego?
Eu preciso de dinheiro, pra poder arrumar minha vida....


Todo mundo precisa de dinheiro né?!
Eu sou mais uma capitalista nessa merda de mundo...

Bom, vou sair q vou ver chaves deitada na cama...
;***




Postado Por: girlofdark às 1/24/2007 02:28:07 PM Comments:







Eu só keria ter a certeza de seu sentimento em um simples olhar,
um simples conversar,
um simples abraço...

Você diz mil coisas, e não tenho certeza de nada q você me diz...
Pois você não demonstra absolutamente nada o que diz...
Eu fiko desconfiada, pensando em coisas q não leva ngm a lugar nehum...




Postado Por: girlofdark às 1/24/2007 02:14:11 PM Comments:





Terça-feira, Janeiro 09, 2007




Ai ai

Tô loca pra chegar Carnaval..
Tô loka pra ir pra praia...
Acho q nunca quis tanto ir pra praia assim...
Mais eh q eu estou impolgada..
Super animada...
Tô loka pra fazer o Batismo!!
Tô loka pra mergulhar...

Ai aii
ja fiz minha reserva com a escola de mergulho
Agora só falta ir...
Ai ai, ô vontadeee...
Deve ser perfeito..
Tudo bem q la naum tem mtas coisas para ver...
mais só de eu estar a mais de 10 metros de profundidade já está ótimo...
Keria arrumar uma compainha... eu sei q meu pai não vai kerer pq ele tem medo...
Ele acha q onde tem peixe tem tubarão..
hiuhuiahUIHUIHAuihuihUIAh
Só ele mesmo...
Mais eu kero alguem pra ir mergulhar cmg... alguem se habilita???
pô eh baratinho...
5x de 35,00 avista 165,00

Bora mergulhar??


Batismos Submarinos
Quem nunca mergulhou pode descobrir o fundo do mar, acompanhado por seu instrutor, em apenas meio dia de passeio. Numa saída embarcada até as ilhas do litoral de Guarapari, o participante conhece os equipamentos e recebe todas as instruções necessárias para mergulhar com segurança num jardim de corais.

Inclui:
- Passeio de barco até as cristalinas águas das ilhas (de 8:00 às 14:00 horas.).
- Frutas, refrigerantes, água mineral e biscoitos a bordo.
- Equipamento autônomo completo fornecido pela Atlantes.
- Mini aula oferecida pelo instrutor.
- Assistentes para entradas e saídas.
- 01 mergulho de 30 minutos até 12 metros de profundidade máxima.
- Instrutor guia (relação máxima na água: 02 batismos guiados por cada instrutor).
- Tempo livre para mergulho com máscara, respirador e nadadeiras.

Pré-requisitos:
- Declaração médica ou atestado de boa saúde.
- Leitura, entendimento e assinatura de Termo de responsabilidade.
- Maior de 10 anos de idade. Não existe um limite de idade máxima.

Custo:
5 parcelas de R$ 35,00 ou R$ 165.00 a vista.



Postado Por: girlofdark às 1/9/2007 10:27:08 AM Comments:





Sábado, Janeiro 06, 2007


Pois eh...
Acabou q eu nem fui pra barbacena por causa da chuva...
meu vô não quiz me levar...

enfim...

Não abandonei meu amorrr...

ontem nois fomos comer la no McD...
=x
segredo!!!
não espalha q eu comi lá!!!

mais nem comi humburger... Só sunday cum batata...
=D~

meu amor comeu Mc Lanche feliz.... e deu o brinquedinhooo pra mim!!!!
=D~
deu nada né?!
eu fikei lá igual criança apontando pro bunequinho q eu keria e ela me deu!!!
=]

ai ai

Amanha eh o niver da minha amiga piranha chata ex ruiva...
Ve se pode...
tá todo mundo contando com o meu pau nas coxa...
ai ai

vo dar pra ela de presente...
e pelo visto vo ter q fazer mais q 2 litros.... pq sei lá né?!
minha mãe tah kerendo...
e a tchela falo q a nayara vai tbm... ela deve kerer tomar do meu pau tbm
=/


Enfim...

Tô quase fazendo um ano de namoro com meu amorzinho lindo gostosooo
=D~

Tudo de bom...
tudo q eu keria, tudo q eu kero
tudo q eu desejei. tudo q eu desejo
todo q eu sempre kiz e sempre vou kerer











And I just wanna be a famouse girl
I need a job




Blehhh

















Postado Por: girlofdark às 1/6/2007 09:08:00 PM Comments:





Quarta-feira, Janeiro 03, 2007


Pois é...
Amanha de manha vou estar indo para Barbacena...
Vou abandonar meu amore aki...
Saudades eterna!!!

Hj eu encontrei com ele... ai ai
to com o perfume dele ainda em mim... o cheirinho gostoso não sai de mim...
Já estou com saudades sem nem mesmo ter ido embora...



Uolll
eu to passando mo mal...
Ainda...

Ontem, eu acordei mo bem...
Ai do nada.. pluft
fui deitar, fikei mo tonta, mo enjouo, mop dor de cabeça..
fikei o dia todo mal...
ai depois fui tomar um remedio... afff pra q?! depois de umas duas horas, foi-se o remedio todo pela privada abaixo!!!
huiahuiHAuihUIHa
eu krente q ia melhorar depois disso... mais nem deu! tô mal ate hj...
eu tenho q melhorar amanha...
pq eu sempre me enjouo em viagens...
Afff
chega de vumitar né?!


Uiiii
eu escrevendo essas coisas bunitas no meu blog..
=D~

desculpa eh q eu naum tenho o q escrever no momento...
tô tonta!
=/


Amorrrrrr da minha vidaaaa
eu te amo mtooo
viu??

Juizo tah?!




Postado Por: girlofdark às 1/3/2007 01:26:51 PM Comments:





Sábado, Dezembro 30, 2006


Eu Comi a Madona
Ana Carolina
Composição: Ana Carolina, Mano Melo, Antônio Villeroy e Alvin L.


Me esquenta com o vapor da boca
E a fenda mela
Imprensando minha coxa
Na coxa que é dela

Dobra os joelhos e implora
O meu líquido
Me quer, me quer, me quer e quer ver
Meu nervo rígido

É dessas mulheres pra comer com dez talheres
De quatro, lado, frente, verso, embaixo, em pé
Roer, revirar, retorcer, lambuzar e deixar o seu corpo
Tremendo, gemendo, gemendo, gemendo

Ela tava demais
O peito nu com cinco ou seis colares
Me fez levitar em meio aos sete mares
E me pediu que lhe batesse, lhe arrombasse, lhe chamasse
De cafona, marafona, bandidona
Fui eu quem bebi, comi a Madonna

Chegou com mais três amigas, cinta liga,
perna dura, dorso quente
toda língua e me encoxou
Me apertou, me provocou e perguntou:
Quem é tua dona? Quem é tua dona? É, é
Fui eu quem bebi, comi a Madonna
Fui eu quem bebi, comi a Madonna

-----------------------------------------------------------

Pq eu adorei essa música!

Postado Por: girlofdark às 12/30/2006 05:08:52 PM Comments:





Sexta-feira, Dezembro 29, 2006


É, eu posso ter feito mta coisa ruim no passado, ruim pra algumas pessoas, fiz coisas feias com uma pessoa maravilhosa, tavez eu seja uma igual a outra qualker, talvez eu não mereça todo seu amor, talvez eu não mereça isso tudo q vc está me dando.... Talvez vc mereça mais, talvez vc mereça uma pessoa melhor...
Por mais q eu me ache boa pra vc, por mais q eu ache q nasci pra vc assim como vc nasceu pra mim, por mais q eu ache q nois duas juntas sejamos as pesoas mais felizes...
Mas isso talvez seja egoismo meu! Por eu estar vendo só o meu lado, eu sou super feliz com vc, vc me completa por inteiro... Mas de q adianta eu achar q nossa relação vai pra frente só com esse meu sentimento por ti...
Pra uma coisa ser duradoura, as duas pessoas têm q achar a mesma coisa... e como vc mesma disse: "Eu mereço coisa melhor!" eu queria poder ser esse ''melhor'' pra vc...
Não tem como deletar o passado, ele vai sempre andar atraz, vai sempre perturbar... O passado serve para pensarmos nele e ver o q foi q erramos para não cometermos os mesmo erros...
Meu passado é cheio de erros... Cheio de coisas erradas e feias... Mas é graças a ele q eu estou aki hj... Errando e aprendendo, aprendi mto coisa... e nunca fiz meu passado se tornar presente...
As coisas q fiz antes, eu fiz... Não as faço mais! Errei uma vez, para nunca mais cometer o mesmo erro!

Hj eu erro, mas não erro pelo mesmo motivo q errei antes, erro coisas novas... Experiencias novas, desafios novos, tombos novos...
Desculpa se eu não sou o suficiente pra vc...
Mas vc pode ter certeza de q estou trabalhando mto para isso...
O q eu mais kero agora eh q vc seja mto feliz ao meu lado q não lhe falte nada! E q vc não precise procurar em outras pessoas àquilo q eu não posso lhe dar...
Se vc poder esperar um poukinho só, eu garanto! Não saia por ai em busca do seu 'amigo quebra galho' eu posso ser esse seu amigo, afinal eu nunca deixo vc sozinha...

Talvez esse deve ser meu erro, vc quase nunca fika sozinha, vc quase nunca sai sozinha... Talvez vc precise de um tempo de mim... Talvez eu esteja lhe sufocando mto...
Eu vou lhe dar mais espaço, para vc viver sua vida!
Mas não se esqueça de q eu lhe amo mais q tudo nessa vida e q eu largaria tudo para poder fikar com vc o tempo q fosse...
Te amo mto mesmo!

;*

Postado Por: girlofdark às 12/29/2006 10:00:33 AM Comments:





Quarta-feira, Dezembro 27, 2006


E eu lá tenho cara de analista?
E eu lá tenho cara de promoter?
E eu lá tenho cara de estilista?
E eu lá tenho cara de produtora?
E eu lá tenho cara de louca?
E eu lá tenho cara de drogada?
E eu lá tenho cara de antipatica?
E eu lá tenho cara de psicopata?
E eu lá tenho cara de tarada?
E eu lá tenho cara de ninfomanica?
E eu lá tenho cara de alguma coisa?



Pois é, pessoas veêm à minha procura certas vezes em busca de algo, buscam ajuda para o compreendimento do seu 'eu', para ajuda em relações amorosas (esse é o mais prucrado), para tirar dúvidas em relação a sexo e sexualidade, para se divertir, para tirar onda com a minha cara, compainha para birita, para balada... Dizem por aí que eu sou ótima baladeira, huaihIUahuia, fazer o que né?!

Postado Por: girlofdark às 12/27/2006 06:43:00 PM Comments:





Terça-feira, Dezembro 26, 2006


Vamos lá!!! Antes e depois!!!!


Antes



eu acho: Que tenho q parar de broxar!

eu quero: Tudo, tudo q vc posso imaginar!

eu tenho: Um enorme carinho e preocupção com o bem estar de outras pessoas q estão a minha volta!

eu desejo: Que um dia as pessoas parem de se intrometer na minha vida! Que parem de inventar coisas ao meu respeito

eu odeio: Pessoas falsas, q não tem respeito ao proximo, q falem da minha vida!

eu sinto saudades: De qnd tudo era brincadeira, de qnd ngm me enchia o saco, de qnd ngm brigava serio, saudades da minha infancia

eu sinto: Que cada dia q passa eu vou desmoronando!

eu escuto: Muuuuito bem!

eu cheiro: O perfume das pessoas, adoro senti-las.

eu imploro: Por amor de todos os tipos e formas.

eu procuro: a felicidade, mais ela se escondeu muto bem!

eu me pergunto: o por que de tanto sofrimento? Quando issu tudo ira acabar? será q eu posso viver a minha vida, e vc a sua?!

eu me arrependo: De deixar de fazer as coisas pra mim, eu sempre penso nos outros, e sempre me fodo!

eu amo: Tudo eu amo! Amo pessoas q estão a minha volta! Pessoas q fazem parte da minha vida!

eu sinto dor: Quando sou agredida por palavras.

eu sinto falta: de qnd tudo era bom! Simples e novo!

eu me importo: Com todo mundo, até esqueço de mim.

eu sempre: Tento fazer as pessoas sorrirem.

eu não: Sou uma santinha...

eu acredito: Em você.

eu danço: Sem parar, danço pra me superar. Ate no meio da rua eu danço, danço sem musica, danço cantando.

eu canto: Alto, errado... Ao menos eu canto!

eu choro: Quando fiko nervosa, qnd me estressam de proposito.

eu tenho sucesso: Quando supero os meus problemas, dou a volta por cima

eu falho: as vezes machuco pessoas desnecessarias.

eu luto: Contra pessoas que querem o mal das outras... contra as drogas!

eu escrevo: Sobre minha vida, adoro autobiografias

eu ganho: beijo na boka qnd eu do no rosto da pessoa!

eu perco: pessoas com facilidade!

eu nunca: desrespeitei ngm!

eu me confundo: Quando não escuto o que as pessoas dizem!

eu escuto: Músicas de menininha revoltada, de menina baladeira, de mulheres alcoolatras

eu normalmente sou encontrada: Na rua, no central, no palace, na escada do tacada e em casa so qnd estou durmindo! Quase naum paro em casa!

eu sou: Misterioza, são poukas pessoas q me conhecem de verdade!

eu temo: q eu não consiga realizar todos meus sonhos.

eu fico feliz quando: realizo algo agradavel.

eu tenho esperança: De um dia morar em São Paulo.

eu espero: O tempo q for para fikar com vc1

eu preciso: De você o tempo todo!

eu deveria: Fazer duas de vc, uma faz as suas obrigações em casa, a outra pra fikar cmg 25 hrs por dia 8 dias da semana!




Depois

eu acho: Que no fim tudo vai se resolver.

eu quero: Ser feliz ao lado da pessoa amada!

eu tenho: Um grande amor, carisma, e quase tudo q eu gostaria de ter.

eu desejo: Tantas coisas....

eu odeio: Pessoas falsas, mentiras e brincadeiras de mal gosto!

eu sinto saudades: De antes, de qnd vc sonhava acordada por minha causa e desejava me ter por perto!

eu sinto: Muito!

eu escuto: Muuuuito bem!

eu cheiro: Meu ursinho procurando seu perfume e o meu dedo depois q... vc sabe né?!

eu imploro: A Deus por um caro melhor!

eu procuro: Ser feliz.

eu me pergunto: Pq tem q ser assim?

eu me arrependo: De deixar de fazer as coisas pra mim, eu sempre penso nos outros, e sempre me fodo!

eu amo: A pessoa com quem eu estou agora!

eu sinto dor: Quando sou agredida por palavras.

eu sinto falta: Do meu filho, da Hanninha, e do Barney

eu me importo: De mais com a minha mulher q eu ate esquece de mim!

eu sempre: Tento fazer as pessoas sorrirem.

eu não: Sou uma santinha...

eu acredito: Em você.

eu danço: Sem parar, danço pra me superar. Ate no meio da rua eu danço, danço sem musica, danço cantando.

eu canto: Alto, errado... Ao menos eu canto!

eu choro: Quando fiko nervosa, qnd me estressam e qnd me magoam

eu tenho sucesso: Quando supero os meus problemas, dou a volta por cima

eu falho: as vezes machuco pessoas desnecessarias.

eu luto: Contra pessoas que querem o mal das outras... contra as drogas!

eu escrevo: Sobre minha vida, adoro autobiografias

eu ganho: dinheiro facil

eu perco: oportunidades

eu nunca: desrespeitei ngm!

eu me confundo: Quando não escuto o que as pessoas dizem!

eu escuto: Músicas de vários estilos, trance, psy, pop, rock, metal, pagode, funk, musica alternativa...

eu normalmente sou encontrada: Em casa!

eu sou: Misterioza, são poukas pessoas q me conhecem de verdade!

eu temo: q eu não consiga realizar todos meus sonhos.

eu fico feliz quando: realizo algo agradavel.

eu tenho esperança: De um dia morar em São Paulo.

eu espero: O tempo q for para fikar com vc1

eu preciso: De você o tempo todo!

eu deveria: Fazer duas de vc, uma faz as suas obrigações em casa, a outra pra fikar cmg 25 hrs por dia 8 dias da semana!






Mudou muita coisa???



Postado Por: girlofdark às 12/26/2006 05:54:00 PM Comments:






Tem dias q vc acorda se sentindo mais confiante
tem dias q vc acorda confiando mais em vc, acreditando mais em seu potencial
tem dias vc vc acorda se sentindo!

e eh disso q precisamos todos os dias, ser mais confiantes...
precisamos de motivaçoes, de impurroes, de tombos...
as vezes só acordamos depois de um baita tombo, ou aguns de vcs nem se levantam, permanecem no chão, na esperança de alguem lhe ajudar...
e quando generosamente surge alguem pra te levantar, vc nem desconfia, a pessoa parece ser sincera e prestativa, mas depois de um tempo, vc descpbre q a pessoa de nada servil a não ser para ajudar à vc fikar cada vez mais no chão, quase sem retorno... no chão, sem esperanças, sem força de vontade....

quando se quebra a confiança, mto dificilmente ela se recupera, pq a confiança eh mto fragil, e se eu confio em vc e vc não me faz acreditar em tuas palavras, e ou, faz eu desconfiar de vc... dificilmente vc terá minha confiança de volta....

Agora me diz, vc gosta q os outros confiem em vc ou vc preferem q as pessoas desconfiem de tuas palavras sinceras????

eu prefiro q confiem em minhas palavras, odeio q desconfiem de mim, pois eh quase nunca dou motivos para surgir essa desconfiança, e eu não minto!

essas são minhas palavras, palavras sinceras de um garota q se consou de apanhar de pessoas falsas...
por eu cansar de ''me fuder'' confiando nas pessoas erradas, eu quase não confio mais em ngm, sempre demoro a confiar nas pessoas.... sempre entro na relação com um pé atrás, mas apartir do momento em q eu pular de cabeça, (só pulo se eu gostar mesmo da pessoa ou se eu ver q vale apena dar uma oportunidade à pessoa, afinal, os outros não podem pagar por um erro q não cometeu, eu dou a oportunidade, mas se pisar na bola, já era!) se eu pular de cabeça, faça bom aproveito, pq assim vc conseguirá de tudo comigo!!!! de tudo mesmo!!!!



Postado Por: girlofdark às 12/26/2006 04:29:25 PM Comments:






Pois eh...
ngm merece...
vou ter q estudar mto pra poder passar na UFF

eh q eu pretendo passar pra UFF ou pra outra aí...
mais a prioridade é a UFF...

mais vamos ver no q vai dar...
vou estudar e tentar fazer vestibular ano q vem... pq naum tem como transferir de faculdade particular pra faculdade federal...

ai ai
estudar...
tanto tempo q eu naum sei o q eh isso!!!

mais eh nois...
vamus estudar pra ver no q vai dar!

Postado Por: girlofdark às 12/26/2006 03:15:37 PM Comments:





Segunda-feira, Dezembro 25, 2006


Ai ai aiiii


feliz natal....
=D~


natal aki em casa foi interessante....

Tomei caipirrisima de blueberry
wiskey red label

uopa

comi peru do meu vô!!!

uolllllll








Postado Por: girlofdark às 12/25/2006 03:12:11 PM Comments:









SuicideGirls - Pin-Up Punk Rock and Goth Girls
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